Carla Rosado assume diretoria de Recursos Humanos da Catalent
Há mais de uma década na companhia, executiva chega à nova posição em um momento de transformação dos negócios
Após quase 12 anos de trajetória na Catalent, Carla Rosado assume a diretoria de Recursos Humanos no Brasil. A promoção marca uma nova etapa na carreira da executiva, que, nesse período, acompanhou diferentes momentos da empresa. “Essa é uma das coisas que mais explica o significado dessa promoção para mim. Não chego à diretoria apenas com uma experiência acumulada de RH, mas com uma história construída dentro da própria organização”, avalia.
Sua promoção ocorre em um momento relevante para a Catalent. Presente no Brasil há mais de 40 anos, a companhia é uma das principais CDMOs – empresa de serviços terceirizados para as indústrias farmacêutica e biotecnológica – globais, além de atuar na produção de medicamentos e produtos para a saúde. No ano passado, a Catalent passou a fazer parte do portfólio da Novo Holdings, holding composta de empresas de investimento em life sciences. A mudança inaugurou uma nova fase para a companhia e, também, coloca novos desafios na gestão de pessoas.
“Estamos em uma nova fase, e isso pede mais do que continuidade. Pede a capacidade de reconhecer o que nos trouxe até aqui, questionar o que já não responde às nossas necessidades e construir, com consistência, aquilo que ainda precisamos ter. É com esse espírito que assumo essa nova etapa”, afirma Carla.
Entre suas prioridades, além da preparação de profissionais para futuras posições, está a construção de habilidades que possam fazer diferença no presente. A perspectiva tem relação com a própria experiência de Carla ao longo da carreira. “Eu tive pessoas que fizeram isso por mim. Me deram oportunidades antes que eu me sentisse completamente pronta e me desafiaram a descobrir capacidades que eu ainda não reconhecia. Isso mudou a minha trajetória”, conta.
Na nova posição, ela também pretende manter uma postura de aprendizado e questionamento, sem perder de vista aquilo o que já deu certo. “Nem tudo precisa ser reinventado. Às vezes, o trabalho mais difícil é reconhecer o que já funciona e ter disciplina para não mudar apenas para deixar uma marca”, destaca Carla.
Foto: Divulgação/Catalent








