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30/03/2026 - 11h35 Publieditorial

Modelo de Gestão Accesstage: a resposta para garantir o crescimento de dois dígitos para o negócio

Modelo integra cultura, liderança e execução para impulsionar resultados sustentáveis


Nas organizações modernas, cultura e execução muitas vezes caminham em trilhas separadas. Enquanto a área de Pessoas trabalha o desenvolvimento humano e cultural, estruturas Técnicas e de Exatas focam no ritmo de entregas, resultados financeiros e na eficiência e eficácia da operação.

 

O impacto disso? Muitas vezes a existência do risco de várias frentes e formas de gestão não integradas, gerando fricção, recuo — ao invés de avanço — na primeira linha ou um crescimento tímido da receita e do negócio.

 

A Accesstage entendeu que esses dois universos precisam caminhar juntos.

 

A CHRO do Grupo, Maria Funari, que já lidava com o time de People e protagonizou a consolidação de uma cultura de valor para a companhia, assumiu em 2024 a missão de responder à pergunta do CEO, Celso Sato: qual é o Modelo de Gestão de Negócio da Accesstage? E como ele nos direciona no caminho da estratégia, sem desvios?

 

“Recebi o desafio de mergulhar ainda mais no negócio, com a missão de consolidar a cultura de ser uma empresa que entrega resultados através de pessoas felizes e, por meio da união das frentes técnicas (com ênfase em gestão) e humanas (com ênfase em pessoas), responder ao nosso CEO e ao mercado; como a nossa organização é gerida e como garantiremos a execução da estratégia definida para os próximos 3 anos. Mergulhei a fundo em pesquisas e um estudo da Gallup (maior base global de workplace do mundo e realizado com mais de180 mil empresas) me chamou a atenção. O estudo diz que empresas com times engajados, guiados por propósito e estratégia e bem geridos, além de serem mais felizes, também garantem mais de 20% de aumento no lucro para o negócio. Esse foi o meu norte!
— Maria Funari

 

Para a Accesstage, esse desafio demandaria um plano estruturado, com métodos e dados, e contaria com o engajamento essencial da liderança, agora já muito bem refinada e alinhada com a cultura da organização. Assim nasceu a área People e Gestão, uma estrutura que integra o time de People e os Scrum Masters (SMs) existentes na estrutura para garantir que cultura, liderança e processos operem de forma alinhada à estratégia do negócio com base em 4 premissas:

 

• Tornar a estratégia conhecida por todas as pessoas da organização;

 

• Reafirmar o compromisso que a tomada de decisão da companhia deve ser orientada a dados;

 

• Garantir a execução eficiente e eficaz, gerando maior valor agregado ao cliente e ao negócio;

 

• Promover a melhoria contínua dos processos, tornando-os fluidos e transparentes de ponta a ponta.

 

Essa construção, no entanto, não aconteceu da noite para o dia. Ela é resultado de uma jornada de anos de amadurecimento cultural e organizacional, iniciada muito antes da formalização do modelo de gestão atual. Para a Maria Funari, a frase de Peter Drucker resume a importância da criação da área: “A cultura devora a estratégia no café da manhã”:

 

“A execução da estratégia da companhia só dá frutos quando os comportamentos estão alinhados e direcionados para o mesmo alvo. Por isso criamos a área People e Gestão. Assim, garantimos que a estratégia e a execução caminhem juntas com a cultura, em direção a resultados alinhados com a estratégia da Accesstage.”
— Maria Funari


 

O nascimento do Modelo de Gestão

Com a cultura mais madura e a liderança já preparada, chegou o momento de estruturar um Modelo de Gestão robusto, capaz de conectar estratégia, liderança e execução.

 

“O sonho de consumo de qualquer CEO ou fundador é ver sua empresa garantindo resultados que ultrapassem a média de mercado sem perder a essência de cuidado pelas pessoas, que, em minha visão, devem ser consideradas o maior ativo da companhia. Entreguei esse desafio à Maria e, juntos ao VP Fernando Takano, construímos os direcionadores que almejamos para uma Accesstage que quer se tornar cada vez mais atraente e respeitada. Entendemos que precisamos ter como direcionadores o crescimento com transformação e inovação, mantendo o cliente no centro e sustentando o negócio para garantir sua longevidade.”
— Celso Sato

 

 

A partir dessa definição, o próximo movimento foi estruturar os OKRs estratégicos da companhia, sempre com uma visão de planejamento estratégico de três em três anos.

 

A construção em várias mãos, resultou em cinco Objetivos Estratégicos:

 

• Ser líder em crescimento, tanto em receita quanto em lucratividade
 

Rentabilidade e segmentação de receita
 

Clientes reconhecendo o diferencial em tecnologia financeira
 

Pessoas como o principal ativo
 

• Criação de novas avenidas de crescimento

 

Cada objetivo construído conta com seus respectivos KR’ s para definir o quão próximo do alvo a empresa está, com mensuração e acompanhamento mensal, trimestral e anual. Essa visão de curto (trimestral), médio (anual) e longo prazo (3 anos) daria a Accesstage a visão para mensurar se realmente está no caminho certo ou se precisará corrigir alguma rota. A partir dessa estrutura estratégica, os objetivos são desdobrados em iniciativas claras e com indicadores mensuráveis.

 

“Um dos ganhos mais importantes para o negócio é a correção de rota em tempo real e hábil para garantir a execução da estratégia com remoção de impedimentos. As iniciativas criadas para o atingimento da estratégia devem ser bem definidas e mensuráveis para garantir manobras rápidas e adaptabilidade às mudanças naturais do dia a dia de uma TechFin.”
— Maria Funari

 

Tendo os direcionadores, OKR’ s e o conceito de iniciativas definidos, do estratégico ao nível tático, a etapa seguinte para Maria Funari era evidente: não basta falar, é preciso criar ritos cadentes para acompanhar de perto cada evolução. Na esfera estratégica, os ritos criados abordam a elaboração do planejamento estratégico anual e o acompanhamento mensal de resultados para, se necessário, propor ao tático correções de rota.

 

Já na esfera tática, os ritos visam o planejamento de iniciativas trimestrais que garantam o atingimento dos objetivos estratégicos da companhia, o acompanhamento mensal de resultados financeiros e a definição de ações para a gestão evolutiva da empresa e área.

 

Para garantir a execução correta e sem impedimentos, ritos que acompanham as entregas mensais também são essenciais, segundo a Maria. São eles que garantirão que a esfera de execução da companhia esteja realmente alinhada com as ações idealizadas nas camadas tática e estratégica. Esse foi o desafio do Vinícius Pedro, Delivery Manager na Accesstage e os SM’ s sob gestão dele e direção da Maria Funari.  

 

“Os ritos são momentos de alinhamento que ajudam a garantir que os objetivos traçados sejam alcançados. A partir deles, conseguimos acompanhar o progresso em relação ao que foi planejado, identificar o quão próximos estamos das metas estabelecidas e entender quais obstáculos ou impedimentos precisam ser tratados para avançarmos.”
— Vinícius Pedro

 

Com esses ritos, a Accesstage reposicionou a Tríade, empoderando os papéis e responsabilidades dos Product Owners, Tech Leads e Scrum Masters.

 

Assim, a ligação entre os entregáveis e as necessidades reais do negócio ganha mais força. Além disso, foi criado o Comitê de Priorização para solucionar uma dor comum no mercado: a desconexão entre as prioridades do time de vendas e os backlogs priorizados pelo time de entregas.

 

Outra tendência observada pela Maria e seu time é a crescente ideia que vem tomando o mercado: o papel prescritivo do SM mencionado no Scrum Guide já não está mais alinhado com as reais necessidades do negócio. Para a Maria e Vinícius, os Scrum Masters devem sim cumprir a prescrição do guia e garantir a cadência e disciplina da plataforma Scrum, mas além disso, são eles os responsáveis em garantir o real valor agregado ao cliente e a execução do modelo de gestão.

 

“Na Accesstage quebramos o padrão de mercado, tiramos os SM’ s da sala reclusa e de agendas que visavam apenas o toca - toca e os reposicionamos como Delivery Leads.”
— Vinícius Pedro

 

Na prática, ao assumir o papel de Delivery Lead, o antigo SM torna-se responsável pela execução do Modelo de Gestão, originação e acompanhamento de indicadores de performance das Squad’ s e áreas, removem impedimentos e geram previsibilidade em prol do atingimento do resultado.


 

Quando cultura vira resultado

Após a implantação do modelo e o engajamento consistente da liderança com o propósito e a estratégia do Grupo Accesstage, os resultados começaram a aparecer.

 

Em 2025, registraram crescimento de dois dígitos em Receita e Ebitda, um recorde histórico na companhia, reforçando uma premissa importante:

 

“Resultados sustentáveis não são fruto apenas de estratégia ou de tecnologia.
Eles são consequência de pessoas alinhadas, áreas trabalhando em parceria, cliente no centro, liderança preparada e um método consistente de gestão.”
— Maria Funari

 

Além dos ganhos financeiros, a Accesstage também registrou um crescimento de 24% no e-NPS (mesmo em um ambiente de transformação que geralmente impacta negativamente a nota), diversificação de receita com novas avenidas de crescimento e o reconhecimento em premiações que visam clima, cultura e pessoas, como “Lugares Incríveis para se trabalhar” da FIA e “Excelência em Gestão de Pessoas” da Gestão RH.

 

Para a Maria, essa é a essência do modelo desenvolvido pelo time de People e Gestão: transformar a Accesstage em uma empresa que gera resultados por meio de pessoas felizes.

 

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