Nestlé cria rede de embaixadores internos de IA para acelerar a transformação digital
Novo programa conecta tecnologia aos desafios reais das equipe e desenvolverá lideranças digitais
Com o lançamento do programa BeTech Champions, a Nestlé inicia uma nova etapa de sua estratégia de transformação digital: por meio de uma rede de embaixadores internos, a empresa quer acelerar a adoção da inteligência artificial nas diferentes áreas de negócio. A iniciativa é mais um passo da organização na disseminação da cultura de IA e da capacitação dos colaboradores para o uso responsável da tecnologia, avançando na estratégia AI First da empresa no Brasil.
Os participantes vão operar como referências em inteligência artificial em suas áreas de atuação. Além de receber em primeira mão as novidades sobre tecnologias digitais, eles integrarão uma comunidade permanente para troca de experiências, compartilhamento de boas práticas e evolução contínua. Também terão o papel de estimular o uso responsável da IA em suas equipes, apoiar colegas na adoção das ferramentas, disseminar conteúdos e treinamentos, esclarecer dúvidas do dia a dia e identificar oportunidades em que a tecnologia possa gerar ganhos de produtividade e inovação.
"Esses profissionais serão agentes de transformação, ajudando a converter desafios do negócio em soluções com impacto concreto para a companhia", diz Carolina Moraes, head de Inovação Digital na Nestlé Brasil.
O programa acontece em etapas. Em julho, os esforços foram concentrados na formação da base de conhecimento dos Champions e na criação da comunidade de prática que sustentará a iniciativa. O objetivo é desenvolver competências avançadas em inteligência artificial, fortalecer a troca entre participantes e preparar os colaboradores para atuar como agentes de transformação.
Na sequência, entre julho e agosto, os embaixadores estão atuando junto às áreas para mapear desafios reais do negócio, identificar oportunidades de aplicação da IA e priorizar casos de uso com maior potencial de geração de valor. A partir desse diagnóstico, equipes multidisciplinares serão organizadas para desenvolver soluções colaborativas.
A expectativa é que, a partir de setembro, esses grupos iniciem a construção das primeiras soluções apoiadas por inteligência artificial, com foco em comprovar impactos concretos em produtividade, eficiência e geração de valor para o negócio.
LIDERANÇAS DIGITAIS
Além de acelerar a adoção da inteligência artificial, o BeTech Champions representa uma oportunidade de desenvolvimento para os participantes, que terão acesso a conteúdos exclusivos, atualizações sobre novas tecnologias, metodologias, templates e melhores práticas para apoiar suas equipes, além de integrar uma comunidade internacional de troca de experiências com profissionais de diferentes mercados e operações da Nestlé.
A expectativa da companhia é que a iniciativa fortaleça competências como liderança, influência, colaboração e inovação, preparando esses colaboradores para atuarem como protagonistas da transformação digital. Em uma etapa futura, prevista para esse ano, o modelo será expandido com a formação de Digital Citizens, tendo trainees como embaixadores da cultura digital dentro da organização.
“A transformação digital só acontece de forma consistente quando as pessoas estão no centro dessa jornada. Por isso, investimos no desenvolvimento contínuo dos nossos colaboradores, criando oportunidades para que ampliem suas competências e utilizem a tecnologia como uma aliada do seu crescimento. O BeTech Champions fortalece essa cultura ao estimular a aprendizagem colaborativa, conectar pessoas e negócio e formar uma rede de profissionais preparados para impulsionar a adoção responsável da inteligência artificial, gerando impacto para a organização e para o desenvolvimento de suas carreiras”, explica Izabel Azevedo, diretora de Talento e Cultura da Nestlé.
O programa faz parte do movimento BeTech, que reúne as ações de cultura digital e desenvolvimento de competências em tecnologia da Nestlé. Na primeira fase, iniciada ainda em 2025, o foco foi a democratização do acesso às ferramentas digitais, a promoção de ações de letramento digital, comunicação contínua sobre tecnologias emergentes e capacitações para o uso responsável da IA. Agora, o programa avança para um modelo baseado em comunidades de prática, colaboração entre áreas e desenvolvimento de soluções conectadas aos desafios reais do negócio.
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